Com nova variante, medidas de prevenção à Covid-19 devem ser redobradas

Pesquisas recentes, empreendidas por cientistas globais, revelam que novas mutações do Covid-19 podem desencadear maiores níveis de infecções e reinfecções, possuindo também potencial de letalidade elevado e a capacidade de infectar, de maneira grave, até mesmo pessoas já imunizadas contra o Sars-CoV-2.

A exemplo disso é o caso da variante P1. Conforme Ministério da Saúde, apenas neste ano, mais de 200 casos de pacientes infectados pela nova mutação viral, P1, já foram catalogados. Conhecendo a gravidade desta mutação e da cepa viral já existente, alguns estados brasileiros, vem estabelecendo medidas de isolamento social severas, com o intuito de prevenir uma terceira onda de Covid-19, mais agressiva que a primeira e segunda onda já vistas.

Para a Dra. Silvia Fonseca, diretora corporativa de Infectologia do Sistema Hapvida, mutações virais são mais frequentes do que pensamos. “Na natureza as mutações são comuns. Algumas delas, fazem com que os vírus percam a capacidade de infectar outros organismos. Entretanto, durante o processo de modificação, alguns vírus evoluem, aumentando o potencial de transmissão”.
É importante salientar que medidas de prevenção contra o Covid-19, se estendem para mutações, devendo ser seguidas com afinco e continuidade por toda população. O uso de máscara, álcool gel, lavagem das mãos, isolamento social, além de outros meios de proteção e prevenção, são importantes. É fundamental que essas práticas não somente sejam incorporadas ao cotidiano, como realizadas corretamente.

De acordo com a médica, o uso correto das máscaras pode salvar vidas. “A máscara deve cobrir totalmente nariz e boca, impedindo que em caso de tosse ou espirro o vírus escape, podendo assim infectar outras pessoas”.

Fonte: Assessoria de Imprensa Commonike

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