Em tempos de pandemia, fique atento às alergias em crianças

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), as crianças também apresentam rinite e sofrem com os sintomas. No Brasil, um estudo do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC) mostrou frequência média de 12,5% de rinite entre crianças de 6 e 7 anos e de cerca de 20% em adolescentes com idades de 13 a 14 anos. De acordo com a pesquisa, a incidência progride até a adolescência, fase da vida em que pode afetar até 25% da população.

A Rinite Alérgica acontece quando o indivíduo, nesse caso a criança, entra em contato com alguns alérgenos, tais como: fungos, poeira e algumas substâncias irritativas, desencadeando espirro, tosse, coriza, obstrução nasal, coceira e irritação na parte dos olhos e nariz. A mudança do clima também pode ser um fator determinante para o aparecimento dela.

Diante dessa situação algumas orientações são muito importantes para que os pequenos não entrem em crises recorrentes. A médica pediatra, Dra.Viviane da Fonsêca, orienta aos papais que não se deve varrer a casa quando a criança estiver no recinto. Segundo Viviane, é preferencial que passe um pano umedecido ou lave o imóvel jogando água, para que assim a poeira localizada no chão não suba e a criança a inale.

Outra importante recomendação é que o ventilador deve ser limpo dia sim e dia não, bem como as cochas de cama devem ser trocadas a cada 24h ou 48h. “Evitar produtos de limpeza com substâncias irritativas e cheiros fortes que possam desencadear sintomas de rinite alérgica, é essencial”, explicou a especialista. O filtro do ar condicionado deve ser higienizado a cada semana e a manutenção completa realizada a cada seis meses.

É importante também realizar a lavagem nasal da criança, evitar sempre contato delas com substâncias que causem alergia, ter uma alimentar saudável e regrada, além de se hidratar bem, são importantes dicas para a prevenção das crises de rinite alérgica. “Essas orientações são importantes juntamente com a limpeza do nariz para evitar que os alérgenos que estejam fixados nos pelos do nariz, possam ser liberados, evitando que o local fique inchado e seja fonte de propagação de outras doenças, impedindo complicações que a rinite alérgica pode levar”, destacou Dra. Viviane.

Fonte: Assessoria de Imprensa Commonike

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