Sequelas: crianças podem desenvolver miopia durante esse tempo de pandemia

A pandemia do novo coronavírus afetou a vida de bilhões de pessoas, mudando assim diversos hábitos do cotidiano, o principal foi o isolamento social, como principal medida de combate ao vírus. Uma das principais áreas afetada foi a pedagógica com a paralisação das aulas presenciais. O setor teve que se reinventar e adaptar o processo de ensino e aprendizagem de forma remota.

Diante da nova realidade, as crianças passaram a ficar mais tempo em frente às telas luminosas, como celulares, tablets, computadores e televisores. Esses aparelhos antes eram usados com fins de entretenimento e diversão, porém agora eles fazem parte da rotina da criança, principalmente para auxiliar nas tarefas escolares.

A Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) estima que até 90% dos usuários de computador, por mais de três horas diárias, apresentam algum tipo de sintoma relacionados à Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC), que é uma série de sintomas visuais, dentre eles cansaço, sensação de corpo estranho, ardência, dor, irritação, vermelhidão, ressecamento e turvação visual.

É complicado proibir ou limitar o uso desses aparelhos diante do atual cenário, onde eles se tornaram aliados, sendo assim o ideal é equilibrar para que a criança tenha o mínimo de prejuízos possíveis. Dra. Lorena Melo, médica oftalmopediatra ou oftalmologista pediátrica, da Cliame Cariri, diz que a miopia é o principal dano oftalmológico que o uso excessivo dos eletrônicos pode causar.

O que é a miopia?

“O problema se trata da dificuldade para enxergar de uma longa distância. O que se pode fazer para amenizar a progressão da miopia é a regra 20, 20, 20… onde a cada 20 minutos que a criança passa em frente a telas luminosas, ela deve descansar 20 segundos olhando para uma distância de 20 pés ou aproximadamente seis metros”, disse Lorena.

Fonte: Assessoria Commonike

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